23 maio, 2008

Ciclo de Cinema "Os Filmes da nossa Casa"

O Núcleo de Programação Cinematográfica e a Mediateca da F.C.S.H., no seguimento do trabalho de produção elaborado nos últimos anos nos Ciclos de Cinema Buster Keaton, Yasujiro Ozu, Westerns de John Ford e Sonhos e Visões irá realizar este mês o Ciclo de Cinema Os Filmes da Nossa Casa.




Programação doCiclo de Cinema os Filmes da Nossa Casa:
Sexta-feira 23 de Maio

Limelight, de Charles Chaplin

Sessão apresentada por Fernando Cabral Martins


Sábado 24 de Maio

Elephant, de Gus Van Sant

Sessão apresentada por João Mário Grilo


Segunda-feira 26 de Maio

The River, de Jean Renoir

Sessão apresentada por José Manuel Costa


Terça-feira 27 de Maio

Hiroshima mon amour, de Alain Resnais

Sessão apresentada por Maria José Palla


Quarta-feira 28 de Maio

Gado Bravo, de António Lopes Ribeiro

Sessão apresentada por Nuno Júdice


Quinta-feira 29 de Maio

A Comédia de Deus, de João César Monteiro

Sessão apresentada por Paulo Filipe Monteiro


Sexta-Feira 30 de Maio

The Matrix, de Larry e Andy Wachowski

Sessão apresentada por José Augusto Mourão


Local: Auditório 1 (1º piso da Torre B) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

Horário das sessões: 21h30

Entrada: Livre

Morada: Av. Berna n. 26–C

Metro: Campo Pequeno / Praca de Espanha

Autocarros: 16, 26, 56

Comboio: Entrecampos

22 maio, 2008

lemi ponifasio::tempest II


Hoje no São Luiz.
"O artista neozelandês Lemi Ponifasio desenvolve o seu trabalho com um grupo de intérpretes das ilhas do Oceano Pacífico. Tempest II é uma peça de teatro que se inspira na obra homónima de William Shakespeare e nos textos políticos do filósofo Giorgio Agamben sobre a relação entre o cidadão e o Estado. Apresenta o refugiado algeriano Ahmed Zaoui, que esteve aprisionado sem julgamento numa prisão neozelandesa, e o activista maori Tame Iti, preso numa intervenção anti-terrorista na sua comunidade em Ruatoki.Uma parábola sobre os tentáculos do poder, Tempest denuncia a situação desesperada dos povos que habitam o sul do Pacífico. Invoca a viagem de Captain Cook no fim do século XVIII, a seguinte conquista colonial da Polinésia e a opressão dos povos ilhéus. A origem do nome da sua companhia, MAU, deve-se ao movimento que lutou pela independência das ilhas Samoa.No seu trabalho, Ponifasio cria uma linguagem minimalista e contemporânea, baseada nas cerimónias e cantigas das culturas locais, habitadas por humanos, deuses, pássaros, animais e antepassados. Assume a responsabilidade política de desenvolver uma linguagem artística contemporânea a partir da ostracizada cultura indígena: “A contemporaneidade é herdeira directa da tradição e não a sua bastardia”. "

20 maio, 2008

::Hoje às 21h30::

O Cineclube Supernova irá exibir "Renaissance" de Christian Volckman. A sessão será apresentada por Marco Madruga.


Sinopse:
Num futuro não muito distante, numa Paris de acrílico, muitas vigas de aço e superfícies polidas e aerodinâmicas, desenrola-se uma conspiração sinistra...
Renaissance é um filme de animação 3D, dentro do género tech-noir, que nos faz lembrar os ambientes de "Metrópolis", "Blade Runner" e "Sin City". O filme apresenta uma estética muito interessante, quase na totalidade com pretos e brancos em alto contraste. Os ambientes estão muito bem conseguidos, mostrando Paris em 2054 com cenários fantásticos, incluindo todos os locais mais famosos rigorosamente apresentados. O filme usa a técnica de "motion capture" para criar movimentos realistas na animação das personagens. O orçamento de Renaissance foi de 15 milhões de euros.

16 maio, 2008

O que me impressionou...

...no Mundo Mix:

Estas bonecas da Sardanisca & Cia.

As fotografias LOMO e da Maratona de Fotografia Digital de Alfama.

Estas carteiras da Minina Di Minas (existia uma verde linda, linda).

Os tecidos e as roupas da ideias a metro.

Estes trabalhos em feltro da Feel4felt.

As magníficas bandoletes da Ana Moreira.

14 maio, 2008

Foi no dia 8 de Maio


fotos by zé, com a sua Holga.


A propósito do filme de ontem


O primeiro filme que vi da Agnès Varda foi o também fabuloso "Os Respigadores e a Respigadora". Nessa altura estava em Faro e, portanto, vi-o no Cineclube.

2 filmes, 2 cineclubes.

Após ver o filme de ontem fiquei com vontade de explorar o resto da obra desta realizadora. E com vontade de percorrer a França rural dos anos 80.

Enquanto o segundo desejo não é possível, podemos contentar-nos com o primeiro: A Cinemateca vai passar no dia 24 deste mês quatro das primeiras curtas da realizadora Agnès Varda:

"OPERA MOUFFE foi filmada na sua Rue Mouffetard quando estava grávida; DU COTÉ DE LA
CÔTE traz as marcas da influência de Jean Vigo; Ô SAISONS Ô CHATEAUX, é um documentário sobre os castelos do Loire; SALUT LES CUBAINS, uma fotomontagem
dos milhares de fotos que Varda tirou nas suas férias em Cuba."

Também achei a representação da Sandrine Bonnaire magnífica.

E só hoje quando fui ao imdb é que a reconheci: Esteve no DocLisboa do ano passado a apresentar o seu primeiro filme como realizadora, Elle s'appelle Sabine. Um documentário duro e belo sobre a sua irmã autista.

13 maio, 2008

Hoje às 21h30

O Cineclube Supernova irá exibir "Sans toit ni loi" de Agnès Varda.

Realizador: Agnès Varda
Ano: 1985
País: França/Inglaterra
Duração: 105 min
Cor
Idioma: Árabe/Francês/Inglês
Legendas: Inglês

Sinopse:Inverno no Sul da França. Uma jovem mulher é encontrada morta por congelamento numa vala. As últimas semanas da sua vida são reconstruídas por meio de flashbacks e curtas entrevistas a pessoas que ela encontrou no caminho: um jornaleiro tunisino, um antigo professor de filosofia que tem rejeitado a sociedade e trabalha como criador de gado, uma agrónoma que quer salvar plátanos...Vai criando-se assim, segundo a definição da própria realizadora, um "puzzle inevitavelmente inacabado", que nos diz mais sobre as pessoas que falam dela de que sobre a Mona, cujas motivações para viver "livre e suja" na rua permanecem incompreensíveis.Baseado num fenómeno que surpreendeu a França ao início dos anos oitenta, jovens mulheres abandonarem a casa e o trabalho para viver na rua, este filme deixa-nos incomodados, intrigados e perturbados, as mesmas sensações que Mona produz nas pessoas que encontra.

Local: Auditório 1 (1º piso da Torre B) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.
Horário: 21h30
Entrada: Livre para os sócios do núcleo.
Morada: Av. Berna n. 26- C
Metro: Campo Pequeno / Praca de Espanha
Autocarros: 16, 26, 56 (Carris) / 161, 190 (TST)
Comboio: Entrecampos